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Sábado, Agosto 26, 2006

'Elis', de 1980, ganha reedição da Trama

Ao negociar a liberação da cantora Fernanda Porto para a EMI, a gravadora Trama acabou ficando com o direito de reeditar Elis (capa à esquerda), o único título feito por Elis Regina na extinta Odeon. Foi seu último álbum, gravado em fins de 1980. Diretor da Trama e filho da cantora, João Marcelo Bôscoli vai preparar uma reedição cuidadosa do disco, com direito à nova remasterização e novo tratamento da arte gráfica.

Toda a obra de Elis Regina merece cuidado especial. Mas não deixa de ser uma pena que títulos mais importantes da discografia da cantora - como, por exemplo, os álbuns de 1972 e 1974, ambos intitulados Elis - não tenham tido prioridade nesse processo de restauração iniciado por Bôscoli. Ele não tem culpa, pois a parte mais expressiva da obra da Pimentinha pertence ao acervo da Universal Music e, até o momento, não foi licenciada para a Trama (com exceção do clássico Elis & Tom, remixado em som 5.1 para edição em DVD-áudio). Por ora, aguardemos a reedição de Elis, disco que já tinha sido recentemente reposto em catálogo pela EMI, com capa e repertório originais, além de faixas-bônus.

7 COMENTÁRIOS:

Max said...

não sei por que nunca deram a este disco o valor que ele tem. era Elis se renovando, mudando de ares.

12:53  
Anonymous said...

Mauro está certo. Elis (1972) merece atenção especial.

17:26  
Anonymous said...

Esse disco, como diria Mauro, é tijolo menor na obra de Elis. É onde está "Aprendendo a jogar", bobagem que, se gravada por qualquer outra cantora seria, no mínimo, apedrejada. Elis fez outros trabalhos fantásticos, perfeitos, como os citados na matéria.

07:36  
Anonymous said...

Max tem razão... O disco representava uma lufada de ar pop na carreira de Elis e os arranjos de César Camargo Mariano são primorosos (basta conferir a versão de "Rebento" - antológica - e "Vento de Maio"). Mas o que mais chama atenção nesse disco é como uma voz excepcional como a de Elis conseguia ressuscitar e transformar em boas canções até coisas medianas como "Aprendendo a Jogar", de Guilherme Arantes. Ali, você deixa de ter dúvida (se é que tinha alguma) que Elis é uma das maiores cantoras do mundo de todos os tempos...

07:57  
Anonymous said...

Concordo com o Max.Mauro,a edição da emi devolvia em parte a gráfica original(com muitos erros).
Mas o problema maior daquela edição é a qualidade da remasterização.Péssima.O som do disco ficou muito alto e, não se distingue os instrumentos da voz. O disco foi gravado com muita guitarra, vocais etc.E na edição da emi é um balaio de gato. A capa também não corresponde ao trabalho gráfico original com criação do Vergara.Espero que a Trama nos devolva o som original do Lp, pelo menos que se aproxime mais dele. O cd da Emi é uma outra coisa, não é o disco da Elis lançado em 1980, pode lembrá-lo,mas não é aquele disco. Finalmente poderemos ouvir o trabalho genial que a Elis deixou gravado lá. O futuro da mémoria da musica popular brasileira, deve mesmo passar por gravadoras nacionais e talvez com menor porte, mas dispostas a realizar um trabalho sério e de respeito ao artista.Parabéns Trama.
Humberto

09:27  
Claudio said...

A Elis merece uma reedição de sua obra geral, talvez um esforço como foi feito agora com Maria Bethânia, recolocando sua obra que foi jogada no mercado descuidadosamente.

Quanto a este disco específico, devo acrescentar que entre as gravações estupendas da cantora, tem a balada Só Deus é quem sabe do G. Arantes, na qual Elis imprime uma beleza que isoladamente (sem os atributos da cantora), a música não teria.

09:43  
Anonymous said...

Emanuel Andrade disse.

Esse Cd é de "arrombar", é a volta por cima da morosidade, romantismo e sofrimento a que Elis se submeteu por muito tempo. Tem um elenco de bons músicos e um repertório diferente. Gostei desde a primeira vez. Ele não engana Rebento. É um estrondo!!!

12:24  

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