Precariedade das reedi��es dos CDs de Ednardo desrespeita artista e consumidor

Agora vem a m� not�cia: as reedi��es s�o de uma pobreza vergonhosa. Os "encartes" dos tr�s CDs se limitam a uma m�sera folha com a capa de um lado e a reprodu��o tosca da contracapa de outro. N�o houve a preocupa��o de criar um encarte que reproduzisse, de forma leg�vel, as informa��es da ficha t�cnica original.
A pobreza das reedi��es lembra os CDs editados no Brasil na segunda metade dos anos 80, quando as gravadoras ainda n�o apostavam no compact disc como substituto dos LPs e faziam edi��es prec�rias, de tiragens limitadas. Mas 20 anos se passaram e o descuido da EMI com as primeiras reedi��es em CD destes tr�s t�tulos de Ednardo � um desrespeito ao artista e aos consumidores.
9 COMENTÁRIOS:
lament�vel!
Bem estranhei o pre�o dos cds (R$ 13,00 cada). Nojento esse "marketing estrat�gico" da EMI. Desrespeito ao p�blico e ao artista. Voltei � loja e troquei o disco.
isso � uma vergonha! n�o vi os cds nas lojas e mesmo que estejam baratos nada justifica esse desleixo
�, a parte gr�fica informativa deixa a desejar, mas em compensa��o o pre�o � mais acess�vel a grande parte do p�blico consumidor que tanto reclama do pre�o da maioria dos CDs para alegria da pirataria. Sendo uma trilogia, � legal que o p�blico possa comprar os tr�s discos de uma vez, sem que isto pese no bolso.
T� certo que estas reedi��es dos discos de Ednardo, na parte gr�fica, mereciam informa��es das fichas t�cnicas e letras, que encontrei no site www.gd.com.br/ednardo e se nem todos tem computador e acesso a internet, menos ainda s�o os quem t�m condi��es de comprar tr�s discos, quando chegam as lojas cheios de fogos de artif�cios das embalagens.
Mas indo ao que interessa que � o conte�do musical, mais importante que o inv�lucro e mostra trinta maravilhosas obras que comprovam que Ednardo � um dos mais importantes artistas brasileiros de sua gera��o.
Por falar nisso bem que se pode fazer uma resenha do conte�do musical, no blog n�o li sequer uma linha sobre as m�sicas que est�o nestes discos, e julgar o que est� dentro pelo peda�o de papel que est� fora � no m�nimo inverter a l�gica da import�ncia, dando mais valor ao detalhe da roupa, esquecendo o corpo musical e po�tico.
�, a parte gr�fica informativa deixa a desejar, mas em compensa��o o pre�o � mais acess�vel a grande parte do p�blico consumidor que tanto reclama do pre�o da maioria dos CDs para alegria da pirataria. Sendo uma trilogia, � legal que o p�blico possa comprar os tr�s discos de uma vez, sem que isto pese no bolso.
T� certo que estas reedi��es dos discos de Ednardo, na parte gr�fica, mereciam informa��es das fichas t�cnicas e letras, que encontrei no site www.gd.com.br/ednardo e se nem todos tem computador e acesso a internet, menos ainda s�o os quem t�m condi��es de comprar tr�s discos, quando chegam as lojas cheios de fogos de artif�cios das embalagens.
Mas indo ao que interessa que � o conte�do musical, mais importante que o inv�lucro e mostra trinta maravilhosas obras que comprovam que Ednardo � um dos mais importantes artistas brasileiros de sua gera��o.
Por falar nisso bem que se pode fazer uma resenha do conte�do musical, no blog n�o li sequer uma linha sobre as m�sicas que est�o nestes discos, e julgar o que est� dentro pelo peda�o de papel que est� fora � no m�nimo inverter a l�gica da import�ncia, dando mais valor ao detalhe da roupa, esquecendo o corpo musical e po�tico.
O trabalho de um m�sico, neste caso um CD, � composto de uma m�dia que cont�m a parte musical, parte gr�fica que cont�m capa, contracapa e opcionalmente ficha t�cnica e letras das m�sicas e um case para armazenar o todo. Se falta a arte gr�fica ent�o � como usar smoking e chinelo.
Isso. Se for pra ouvir s� as m�sicas, n�o preciso comprar um cd. Quero a obra na �ntegra, e n�o s� os fonogramas...
Os trabalhos de um m�sico compositor e autor, s�o as m�sicas, letras, e arranjos e nesta trilogia tem 30 obras da melhor qualidade, a m�dia CD com o case, junto a capa e contra capa tamb�m est�o l� nestes tr�s discos, com os trabalhos de fotografias dos profissionais Mario Luiz Thompson, Wilton Montenegro, Gentil Barreira, com as concep��es de capa e contra capa realizadas pelo Gringo C�rdia, Luiz Stein, Lobianco, e com a informa��o que no site www.gd.com.br/ednardo se encontram letras e fichas t�cnicas completas, que � isto que os prezados: Junior e An�nimo, sentem falta, mas � ineg�vel que podem acessar estas informa��es no site.
� gravadora cabe apresentar o produto final da forma mais objetiva no momento, e n�o estou defendendo aus�ncia de informa��es b�sicas que deveria ter. Mas j� vi muitos discos nacionais e internacionais que sequer tem informa��es de ficha t�cnica ou letras e n�o vi ningu�m levantar bandeiras de reclama��o. Com respeito democr�tico � opini�o de cada um, acho o discurso meio tolo, porque o principal n�o est� sendo falado, e os itens principais s�o as m�sicas, as letras os arranjos, e da maneira colocada no blog e de alguns coment�rios parece que isto � secund�rio.
Acho que artistas gr�ficos, m�sicos, produtores, toda equipe que participa de um disco, deve constar nos cr�ditos. Se a gravadora n�o informa s�o outros cem mil r�is, mas isto n�o significa desvirtuar import�ncia das m�sicas contidas no disco a troco de um peda�o de papel.
Muitos discos de big bands e int�rpretes de jazz, blues e orquestras, Glenn Miller, Dorsey, Fitzgerald, Billy Holiday, e etc, e etc., trazem apenas um nome e uma foto ou desenho e nada de ficha t�cnica. Voc�s n�o v�o chiar tamb�m por isto? Olhem que a lista � grande incluindo a discografia nacional. Penso que se deve falar da import�ncia das m�sicas destes discos e n�o das firulas de encartes.
Parafraseando o senhor an�nimo, neste caso este tipo de pensamento � que est� de chinelos, pois as m�sicas d�o um banho.
N�o, Aura, acho que voc� n�o entendeu o ponto em discuss�o. Disse que um cd de alguma obra relan�ada, para poder ter algum "apelo consumidor" a um ouvinte como eu (e a mais meia-d�zia deles, pelo visto), ela deve estar completa, ou melhor, deve, preferencialmente, trazer outras informa��es/dados,que n�o puderam constar quando do lan�amento original, numa embalagem se n�o digna, ao menos fiel �quela do LP, o que n�o aconteceu nesse caso.
O espanto maior � porque a EMI vinha apresentando reedi��es at� que bem feitas de seu cat�logo (Doris Monteiro, por exemplo), e esses tr�s discos do Ednardo, da maneira com que foram postos � venda, representam um retrocesso no que diz respeito ao relan�amento de discos, no meu entender.
Os fonogramas e a capa s�o facilmente encontrados na internet. N�o preciso comprar um cd para escut�-lo. Quero que exista no mercado, � venda, um produto cultural esmerado, com uso de recursos tecnol�gicos na restaura��o da obra, coisa que nosso tempo proporciona e eu individualmente n�o posso fazer. Caso contr�rio, eu imprimo a capa, copio as m�sicas para um cd-r e compro um case pl�stico, de maneira bem mambembe, � margem da legalidade. Mas repito: isso s� acontece/r� por causa do descuido das pr�prias gravadoras, � bom frisar, detentoras dos cat�logos, em rela��o �s obras, aos artistas e ao p�blico.
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